domingo, 22 de dezembro de 2013

Grupo Baú de Histórias (João Pessoa/PB)



Catarina Strapação e Manu Coutinho, com direção de Everaldo Vasconcelos, convidam a todos para assistir 'Baú de Histórias', um espetáculo de contação de histórias ou uma contação de histórias que é um espetáculo!




domingo, 14 de abril de 2013

terça-feira, 9 de abril de 2013




Olá!
Tenho duas dicas bacanas de leitura para Alfabetizadores
e para Contadores de História:
A descoberta da língua escrita, de Élie Bajard,
A Arte de encantar – o contador de histórias contemporâneo e seus olhares,
organizado por Fabiano Moraes e Lenice Gomes,
ambos da Cortez Editora.

1
A descoberta de língua escrita traz o interessante (e prático)
registro de experiências desenvolvidas no Projeto Arrastão,
sobre a leitura e os processos de aprendizagem:
 "Encontramos no reconhecido educador Élie Bajard
o parceiro ideal para um desafio do tamanho da nossa história.
Sempre enxergamos que o ato de aprender se dava também no cotidiano,
e não somente dentro de sala de aula.
Por isso, acreditamos que todo lugar é um espaço educacional
e que todas as situações são momentos de aprender.
Nesta publicação, você tem a oportunidade de acompanhar de perto
uma das mais importantes experiências desenvolvidas no Projeto Arrastão
sobre a leitura e os processos de aprendizagem.
Uma aventura inesquecível pelos primeiros passos da educação."
Vera Masagão - Presidente do Projeto Arrastão.

Élie Bajard é doutor em Linguística,
trabalhou na formação de professores na França e na Argélia.
No Brasil, foi consultor no Ministério da Educação (MEC) de 1990 a 1994.
Nesse período, desenvolveu o Projeto Pró-Leitura,
implantado em doze Estados, que visa a formação de professores
na área da aprendizagem da escrita, fundamentada na prática do livro.
Atua em ONGs dedicadas a descoberta do livro de literatura infantojuvenil
por crianças oriundas de famílias excluídas da cultura escrita
e em instituições voltadas para a aprendizagem da escrita pela comunidade surda.

 2
A arte de Encantar: o contador de historias contemporâneo e seus olhares
é uma coletânea de fascinantes olhares e vivência de diversos Contadores de História.
A Parte I – Das antigas tradições às práticas e abordagens contemporâneas,
traz as experiências de Lenice Gomes (A arte de contar histórias e as brincadeiras faladas),
Gilka Girardello (A arte de contar histórias e o diálogo de gerações),
Eliana Yunes (A arte de contar histórias e as práticas de leitura),
Alice Bandini (A arte de contar histórias e a biblioteca pública),
Maurício Leite (A arte itinerante de contar histórias em terras distantes),
Gislayne Avelar Matos (A arte de contar histórias e a arte-educação),
Elvia Pérez (A arte de contar histórias e o teatro).

Na Parte II – Das tradições culturais às identidades híbridas,
a vez é de Rafo Diaz (A arte de contar histórias da selva no meio urbano),
Francisco Gregório Filho (A arte de contar histórias e a tradição indígena),
Boniface Ofogo Nkama (A formação do contador de histórias na África),
Celso Sisto (As histórias africanas: uma herança viva),
Charles Garcia (A arte de contar histórias e a Europa Moderna),
Fabiano Moraes (A arte de contar histórias e os saberes híbridos).

Abração!

T+
Joba Tridente
...ainda um Livre Pensador Livre
__._,_.___

quarta-feira, 3 de abril de 2013

domingo, 24 de março de 2013

Narrativas



Foto do programa 'Quem Souber que Conte Outra' - TV UFPB
De acordo com vários estudiosos a contação de histórias é um valioso auxiliar na pratica pedagógica de professores da Educação Infantil e anos inicias do Ensino Fundamental. As narrativas estimulam a criatividade e a imaginação, a oralidade, facilitam o aprendizado, desenvolvem as linguagens oral, escrita e visual, incentivam o prazer pela leitura, promovem o movimento global e fino, trabalham o senso crítico, as brincadeiras de faz-de-conta, valores e conceitos, colaboram na formação da personalidade da criança, propiciam o envolvimento social e afetivo e exploram a cultura e a diversidade.
A citação acima que defende a promoção da contação de histórias na educação é das professoras Linete Oliveira de Souza e Andrezza Dalla Bernardino, da Universidade Nove de Julho (Uninove), São Paulo. Ela consta do trabalho A contação de histórias como estratégia pedagógica na educação infantil e ensino fundamental, publicado na revista de educação Educere er Educare (volume 6, número 12 jul/dez, 2011).
De acordo com as professoras, o desenvolvimento infantil se dá num processo criado pela própria criança a
partir das interações que vivencia, sendo assim, a literatura infantil em especial a contação de histórias na educação infantil e ensino fundamental, como atividade interativa e pedagógica mediada pelo educador contribui para este desenvolvimento.
“Além disso, a história permite o contato das crianças com o uso real da escrita, leva-as a conhecerem novas palavras, a discutirem valores como o amor, família e trabalho, e a usarem a imaginação, desenvolvem a oralidade, a criatividade e o pensamento critico, auxiliam na construção da identidade do educando, seja esta pessoal ou cultural, melhoram seus relacionamentos afetivos interpessoais e abrem espaço para novas aprendizagens nas diversas disciplinas escolares, pelo seu caráter motivador sobre a criança”.
Em comemoração ao Dia do Contador de Histórias, celebrado no dia 20 de março (a data foi criada em 1991, na Suécia, com o objetivo reunir os contadores e promover a prática em todo mundo), arevistapontocom indica a leitura, na íntegra, do artigo das professoras. 


http://www.revistapontocom.org.br/artigos/narrativas

domingo, 3 de fevereiro de 2013



Centro Cultural da Penha oferece curso de contação de histórias africanas

Abertas as inscrições para o projeto coordenado por Lilian Machetti

O Centro Cultura da Penha também abre as portas para uma programação de valorização da cultura afro-brasileira.
Desde o início de dezembro estão abertas as inscrições para o projeto Mancala, Histórias e Mitos Africanos sob a coordenação de Lilian Marchetti.

O objetivo central da oficina é ampliar o conhecimento da cultura africana e afro-brasileira e sua presença no dia a dia. A ideia é que o curso forme contadores de histórias africanas, conhecidos como “griôs”.

CURSOS E OFICINAS | MANCALA, HISTÓRIAS E MITOS AFRICANOS
Coord.: Lilian Marchetti.
Ampliação do conhecimento da cultura africana e afro-brasileira e sua presença no dia a dia, visando à formação de contadores de histórias daquele continente.

20 vagas. Inscrições no local. Critério de seleção: ordem de inscrição.

Grátis.

| Centro Cultural da Penha
Largo do Rosário, 20. Penha. Zona Leste.
06/02 a 27/02, 4ª. das 18h00 às 21h00.